





Até para o ano!!
| Como vê a vida... |
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| O campo de milho indica que você é brilhante, sociável, amável, brincalhão. Faz amigos com facilidade e raramente se sente sozinho. Aonde quer que vá, é sempre o centro das atenções e, por isso, sente-se feliz e diverte-se com uma certa facilidade. |
| A pessoa dos seus Sonhos |
| Se escolheu a garrafa é ambicioso, inteligente, prático e quer um companheiro que o ajude e batalhe ao seu lado, mais do que, amor ou paixão, você procura companheirismo e um parceiro esperto, bem disposto e colaborador. Dos chamados moscas mortas, prefere manter distância. |
| Será que quer um compromisso sério?... |
| Você não vê a hora de encontrar a pessoa certa, ou estando com alguém não tem problemas em se envolver. |
| Os limites da Paixão... |
| O que um riacho é capaz de fazer?... Você vive apaixonado, e sempre por alguém diferente. Você é movido por paixões e emoções intensas, é muito passional. Está sempre com uma pessoa diferente e sempre a fazer a acreditar que encontrou o amor da sua vida. |
| Acerca do Futuro... |
| Se viu a chave antiga, mostra que você tem garra e uma vontade ilimitada de aprender tudo o que puder e que vai atrás e luta pelos seus objetivos. |
| Quem é que não tem ambição? |
| A cabana é a visão de uma pessoa realista sobre o seu próprio futuro e que tem os pés firmemente assentes no chão. E provavelmente vencerá em qualquer actividade usando o esforço próprio. |
| Quando é que o sucesso chega? |
| Se você olhou pela janela, é porque tem medo de falhar e por isso, desiste de tudo, sem pelo menos tentar. |
| Medo de... |
| Para si, que escolheu o urso , depender de alguém é a pior coisa que pode acontecer-lhe na vida. Na sua opinião, uma pessoa alcança a felicidade a partir do momento em que estiver pronta para andar com os próprios pés. |
| O EU mais profundo... |
| A praia é a escolha de quem é apaixonado pela vida, nada convencional, com opiniões próprias, e sem o menor medo de as defender e mudá-las, se for preciso. |

Isto de viver um dia de cada vez, de estar à espera que o tempo passe, de apenas esperar, esperar que alguma coisa aconteça, porque não sei se é falta de coragem ou o comodismo a que nos fomos habituando, o certo é que fico aqui, parada a olhar para este monitor, com as ideias muitas vezes a fervilharem, outras vezes completamente ausentes… Sinto-me cansada, cansada desta rotina de esperar, e o mundo continua a girar, sobre si próprio, e eu não saio do mesmo lugar… Pelo menos agora tenho uma data: uma data que mesmo assim, nestes momentos, me parece longínqua, e no entanto, farto-me de repetir que já falta pouco. Mesmo assim, o para lá desta data é uma incógnita, será que vou deixar-me embrenhar outra vez pelos que me rodeiam e fazer o que supostamente parece certo? Será que dar o passo que já devia ter dado? Será que é para avançar ou será que vou continuar no mesmo lugar apenas com coordenadas diferentes?
Chegamos a S. Tomé já de noite e, esquecendo-me já da sensação que tinha tido na primeira visita à América do Sul, aquele primeiro impacto ao sair do avião, onde parece que o ar acabou de tão denso, de tão húmido, de tão quente… é muito forte!
A humidade agarra-se à pele, tal como a paixão por este país, e parece nunca mais sair, nem mesmo após o banho, num misto de cheiros a fruta doce, a enxofre, a terra molhada, a imensa vegetação, a África marítima, e sem ver nada, apenas a sentir.
No dia em que cheguei a S. Tomé havia um apagão geral. Na altura não existia luz eléctrica nas ruas à noite, apenas um gerador no centro da cidade que permitia que as casas tivessem luz. No entanto, nesse dia, uma falha no gerador fez com que S. Tomé ficasse inteiramente às escuras. Na aterragem apenas se conseguiam ver as luzes da pista, enfiadas num vazio negro e imenso…
Mas começou por ser engraçado, descer do avião e percorrer parte da pista a pé, pois não existem autocarros, entrar na sala dos tapetes, ou melhor do único tapete que transporta as malas e minúsculo, permitindo que a confusão, o caos e a algazarra se instalassem naquela pequena sala. Os carrinhos desapareceram rapidamente e muitos olhavam para nós de forma estranha. Na altura eram raros os brancos que iam a S. Tomé carregados com a sua família de férias. Enquanto os meus pais e irmã se tentavam safar procurando as nossas malas, dediquei-me a explorar a sala, tentando sair e dar largas à minha curiosidade sobre aquele país que já começava a ter algo de fascinante. Se alguém esteve em S. Tomé por estes anos, lembra-se com certeza que a única companhia a operar naquela altura era a TAP (o que infelizmente voltou a acontecer actualmente), realizando apenas um voo por semana à terça-feira. O avião chegava por volta das oito, nove da noite, arrancando logo de seguida, fazendo escala das duas vezes em Abidjan, Costa do Marfim. O dia de chegada do avião era, portanto, uma festa. Muitos se dirigiam ao aeroporto, ou porque esperavam família ou conhecidos, outros à espera de uma encomenda, outros apenas para ver quem chega… S. Tomé é tão pequeno que todos se conhecem, quase todos são família…
Este fenómeno agudizava-se uma vez que era o mês do início das férias, em que muitos retornavam a S. Tomé depois de longas ausências, o que aumentava consideravelmente o número de expectantes. Ora, dado a minha curiosidade e longe de saber o que me esperava, achei que deveria tentar encontrar a minha avó que com certeza nos esperaria à porta do aeroporto. Pedi para sair, uma vez que a porta de saída estava vigiada por guardas, na altura incompreensível para mim, mas que depressa atingi o seu objectivo, e assim que me abriram a porta deparo-me com uma multidão escura, densa e compacta e com mil olhos sobre mim. Afinal os guardas apenas impediam a entrada daquela multidão. Era impossível encontrar a minha avó que na altura media pouco mais de metro e meio, e agora ainda menos, e senti-me apavorada…
Foi tudo muito estranho e quando dei por mim a tentar perceber para onde podia fugir, sinto-me a ser agarrada pelo braço. Qual o meu espanto quando vejo surgir a tal velhota castiça e teimosa, a minha avó, tão diferente de quando a tinha visto por cá, quando veio ver todos os seus sete filhos, noras, netos e até bisnetos. Até o seu ar era diferente, confiante, segura de si própria. Acho que o que mais me fez feliz nesta história foi o facto de me ter reconhecido. Já não me via à vontade à cerca de 5 anos, mas sangue é sangue…

O verão é cor, é alegria, é imaginação, é aventura, é desafio, misticidade, calor, humor, paixão…
O verão é suar, cantar, gritar, correr, pular, saltar, girar, brilhar…
O verão é sede, é água, é humidade, é suor, é tórrido!
O verão é mar, praia, dunas, sol, é música, é dança, sensual, arrepiante, embriagante…
EU QUERO O VERÃO!!!
Ontem este cenário entrou em minha casa...


