21.12.06
Eu vou de
Myspace Glitter Graphics, MySpace Graphics, Glitter GraphicsMyspace Glitter Graphics, MySpace Graphics, Glitter GraphicsMyspace Glitter Graphics, MySpace Graphics, Glitter GraphicsMyspace Glitter Graphics, MySpace Graphics, Glitter GraphicsMyspace Glitter Graphics, MySpace Graphics, Glitter GraphicsMyspace Glitter Graphics, MySpace Graphics, Glitter Graphics


Até para o ano!!
 
posted by martowsky at 13:00 | Permalink | 1 comments
Feliz Natal!
 
posted by martowsky at 12:59 | Permalink | 0 comments
20.12.06
Eu sou assim

Como vê a vida...
O campo de milho indica que você é brilhante, sociável, amável, brincalhão. Faz amigos com facilidade e raramente se sente sozinho. Aonde quer que vá, é sempre o centro das atenções e, por isso, sente-se feliz e diverte-se com uma certa facilidade.

A pessoa dos seus Sonhos
Se escolheu a garrafa é ambicioso, inteligente, prático e quer um companheiro que o ajude e batalhe ao seu lado, mais do que, amor ou paixão, você procura companheirismo e um parceiro esperto, bem disposto e colaborador.
Dos chamados moscas mortas, prefere manter distância.

Será que quer um compromisso sério?...
Você não vê a hora de encontrar a pessoa certa, ou estando com alguém não tem problemas em se envolver.

Os limites da Paixão...
O que um riacho é capaz de fazer?... Você vive apaixonado, e sempre por alguém diferente. Você é movido por paixões e emoções intensas, é muito passional. Está sempre com uma pessoa diferente e sempre a fazer a acreditar que encontrou o amor da sua vida.

Acerca do Futuro...
Se viu a chave antiga, mostra que você tem garra e uma vontade ilimitada de aprender tudo o que puder e que vai atrás e luta pelos seus objetivos.

Quem é que não tem ambição?
A cabana é a visão de uma pessoa realista sobre o seu próprio futuro e que tem os pés firmemente assentes no chão. E provavelmente vencerá em qualquer actividade usando o esforço próprio.

Quando é que o sucesso chega?
Se você olhou pela janela, é porque tem medo de falhar e por isso, desiste de tudo, sem pelo menos tentar.

Medo de...
Para si, que escolheu o urso , depender de alguém é a pior coisa que pode acontecer-lhe na vida. Na sua opinião, uma pessoa alcança a felicidade a partir do momento em que estiver pronta para andar com os próprios pés.

O EU mais profundo...
A praia é a escolha de quem é apaixonado pela vida, nada convencional, com opiniões próprias, e sem o menor medo de as defender e mudá-las, se for preciso.
 
posted by martowsky at 19:11 | Permalink | 0 comments
Merry Xmas!
 
posted by martowsky at 17:22 | Permalink | 0 comments
15.12.06
e agora?

Isto de viver um dia de cada vez, de estar à espera que o tempo passe, de apenas esperar, esperar que alguma coisa aconteça, porque não sei se é falta de coragem ou o comodismo a que nos fomos habituando, o certo é que fico aqui, parada a olhar para este monitor, com as ideias muitas vezes a fervilharem, outras vezes completamente ausentes… Sinto-me cansada, cansada desta rotina de esperar, e o mundo continua a girar, sobre si próprio, e eu não saio do mesmo lugar… Pelo menos agora tenho uma data: uma data que mesmo assim, nestes momentos, me parece longínqua, e no entanto, farto-me de repetir que já falta pouco. Mesmo assim, o para lá desta data é uma incógnita, será que vou deixar-me embrenhar outra vez pelos que me rodeiam e fazer o que supostamente parece certo? Será que dar o passo que já devia ter dado? Será que é para avançar ou será que vou continuar no mesmo lugar apenas com coordenadas diferentes?

 
posted by martowsky at 13:30 | Permalink | 0 comments
14.12.06
Hoje é dia de
Myspace Glitter Graphics, MySpace Graphics, Glitter GraphicsMyspace Glitter Graphics, MySpace Graphics, Glitter GraphicsMyspace Glitter Graphics, MySpace Graphics, Glitter GraphicsMyspace Glitter Graphics, MySpace Graphics, Glitter GraphicsMyspace Glitter Graphics, MySpace Graphics, Glitter GraphicsMyspace Glitter Graphics, MySpace Graphics, Glitter GraphicsMyspace Glitter Graphics, MySpace Graphics, Glitter GraphicsMyspace Glitter Graphics, MySpace Graphics, Glitter Graphics


a mim!
 
posted by martowsky at 14:11 | Permalink | 0 comments
13.12.06
Ainda acerca da minha primeira viagem às Ilhas do Chocolate
Ilhéu das Rolas - STP DEZ 05 - Vista do Restaurante


Chegamos a S. Tomé já de noite e, esquecendo-me já da sensação que tinha tido na primeira visita à América do Sul, aquele primeiro impacto ao sair do avião, onde parece que o ar acabou de tão denso, de tão húmido, de tão quente… é muito forte!

A humidade agarra-se à pele, tal como a paixão por este país, e parece nunca mais sair, nem mesmo após o banho, num misto de cheiros a fruta doce, a enxofre, a terra molhada, a imensa vegetação, a África marítima, e sem ver nada, apenas a sentir.

No dia em que cheguei a S. Tomé havia um apagão geral. Na altura não existia luz eléctrica nas ruas à noite, apenas um gerador no centro da cidade que permitia que as casas tivessem luz. No entanto, nesse dia, uma falha no gerador fez com que S. Tomé ficasse inteiramente às escuras. Na aterragem apenas se conseguiam ver as luzes da pista, enfiadas num vazio negro e imenso…

Mas começou por ser engraçado, descer do avião e percorrer parte da pista a pé, pois não existem autocarros, entrar na sala dos tapetes, ou melhor do único tapete que transporta as malas e minúsculo, permitindo que a confusão, o caos e a algazarra se instalassem naquela pequena sala. Os carrinhos desapareceram rapidamente e muitos olhavam para nós de forma estranha. Na altura eram raros os brancos que iam a S. Tomé carregados com a sua família de férias. Enquanto os meus pais e irmã se tentavam safar procurando as nossas malas, dediquei-me a explorar a sala, tentando sair e dar largas à minha curiosidade sobre aquele país que já começava a ter algo de fascinante. Se alguém esteve em S. Tomé por estes anos, lembra-se com certeza que a única companhia a operar naquela altura era a TAP (o que infelizmente voltou a acontecer actualmente), realizando apenas um voo por semana à terça-feira. O avião chegava por volta das oito, nove da noite, arrancando logo de seguida, fazendo escala das duas vezes em Abidjan, Costa do Marfim. O dia de chegada do avião era, portanto, uma festa. Muitos se dirigiam ao aeroporto, ou porque esperavam família ou conhecidos, outros à espera de uma encomenda, outros apenas para ver quem chega… S. Tomé é tão pequeno que todos se conhecem, quase todos são família…

Este fenómeno agudizava-se uma vez que era o mês do início das férias, em que muitos retornavam a S. Tomé depois de longas ausências, o que aumentava consideravelmente o número de expectantes. Ora, dado a minha curiosidade e longe de saber o que me esperava, achei que deveria tentar encontrar a minha avó que com certeza nos esperaria à porta do aeroporto. Pedi para sair, uma vez que a porta de saída estava vigiada por guardas, na altura incompreensível para mim, mas que depressa atingi o seu objectivo, e assim que me abriram a porta deparo-me com uma multidão escura, densa e compacta e com mil olhos sobre mim. Afinal os guardas apenas impediam a entrada daquela multidão. Era impossível encontrar a minha avó que na altura media pouco mais de metro e meio, e agora ainda menos, e senti-me apavorada…

Foi tudo muito estranho e quando dei por mim a tentar perceber para onde podia fugir, sinto-me a ser agarrada pelo braço. Qual o meu espanto quando vejo surgir a tal velhota castiça e teimosa, a minha avó, tão diferente de quando a tinha visto por cá, quando veio ver todos os seus sete filhos, noras, netos e até bisnetos. Até o seu ar era diferente, confiante, segura de si própria. Acho que o que mais me fez feliz nesta história foi o facto de me ter reconhecido. Já não me via à vontade à cerca de 5 anos, mas sangue é sangue…

 
posted by martowsky at 12:17 | Permalink | 1 comments
12.12.06
O Verão

O verão é cor, é alegria, é imaginação, é aventura, é desafio, misticidade, calor, humor, paixão…

O verão é suar, cantar, gritar, correr, pular, saltar, girar, brilhar…

O verão é sede, é água, é humidade, é suor, é tórrido!

O verão é mar, praia, dunas, sol, é música, é dança, sensual, arrepiante, embriagante…

EU QUERO O VERÃO!!!

 
posted by martowsky at 20:12 | Permalink | 0 comments
11.12.06
Fim de semana com sabor a S. Tomé
Ontem este cenário entrou em minha casa...
Os papás chegaram da ilhota no meio do atlântico extenuados, desgastados, cansados, esgotados, mas com o brilhozinho nos olhos e aquela corzita na pela que se traz agarrado a nós. Trouxeram literalmente o mercado e o cheiro a S. Tomé invadiu-nos um pouco trazendo memórias, recordações, cores, odores, amores...
 
posted by martowsky at 16:22 | Permalink | 0 comments
7.12.06
Saudade...

Ontem a melancolia bateu à porta.
Liguei para os papis. Estão em S. Tomé desde sábado, tal como eu há um ano atrás.
Tal como eu há um ano atrás, a minha mãe foi ao ilhéu. Um dia fantástico, sol, mar, praia, paz, sossego, amizade, alegria, um sonho realizado, de todas as vezes que ali se vai.
Tal como há um ano atrás, o Benfica jogou com o Manchester e a cidade de s. Tomé adormeceu num silêncio profundo, sem carros, sem bicicletas, sem motoretas e buzinadelas…Acordou no fim do jogo, vitória sobre os ingleses presunçosos e uma atitude vergonhosa de um puto nº sete, a estrela do país, a sair de um campo em Portugal…

A estória não se repetiu. O Benfica não voltou a ganhar, e ontem o P. dizia que para isso teríamos que estar em S. Tomé, teríamos que ter ido ao ilhéu, teríamos que ter voltado a realizar um sonho…
 
posted by martowsky at 12:35 | Permalink | 0 comments
S. Tomé e Principe
02-12-2006
Faz hoje um ano que pisei S. Tomé pela 5ª vez. Mas esta foi uma vez diferente. O Pê foi comigo pela primeira vez. Esta vai ser uma história longa, pois S. Tomé faz parte de mim e é impossível dissociar o que sou hoje deste país. Era uma vez…
Amor, odor, calor, suor, misto de emoções assim que chego a S. Tomé. Vou começar por falar da primeira vez que estive lá. Primeiro importa dar a conhecer os motivos que me levaram à ilha do paraíso. A minha mãe nasceu em S. Tomé tal como a minha irmã. O pai da minha mãe era português e tinha uma loja na cidade de S. Tomé e a minha avó é uma mulata do mais castiça que há (e teimosa, tb…) e que não deve ter tido muita dificuldade em conquistar o meu avô. O meu pai foi destacado para S. Tomé durante a Tropa, na altura da Guerra Colonial. E aqui estou para vos contar a estória. Os meus pais regressaram de S. Tomé em Julho de 75 (independência de S. Tomé) comigo na barriga e com a minha irmã pela mão. Como devem calcular, S. Tomé cresceu comigo no meu imaginário, acompanhou-me na minha infância como uma terra longínqua e repleta de coisas boas (segundo o que a família inteira contava). Eu realmente não achava lá muito bom uma vez que sempre que havia oportunidade de comer qualquer coisa típica de S. Tomé era calulu de galinha ou banana com peixe. Claro está que para qualquer criança, este petisco não é dos mais apetecíveis. As imagens e noticias de S. Tomé na altura da minha infância eram bastante escassas, e além de imensas fotografias das festas e amigos dos meus pais (a preto e branco) pouco ou nada se sabia da ilha no meio do mundo e que se tinha fechado sobre ela própria após a sua independência. Volta e meia vinham uns amigos que ainda lá viviam e era uma festa lá em casa. Ficavam horas a falar das sua juventude, dos seus momentos partilhados, a partilharem os dos outros, mais tristes quando algum deles já não se encontrava por cá, a relatarem vezes e vezes sem conta as maravilhas de uma ilhota perdida no meio do atlântico…
Até que um dia, já eu com 22 anos e a minha sister com 26, voámos até S. Tomé. Foi inesquecível…
 
posted by martowsky at 12:08 | Permalink | 0 comments
5.12.06
Bolo da Instrutora


O bolinho de aniversário da minha sister - ela é instrutora e foi uma valente surpresa!
Deu um pouquito de trabalho, uma vez que a prática ainda é muito pouca, e o P. não parava de refilar, que eu estava a fazer mal, etc, etc, etc,! É sempre uma bulha para ver quem é que cozinha, quem faz melhor, mas nunca para lavar a louça ou arrumar, que engraçado! Já fizemos disputas de decoração de pratos, de bolos, mas nos doces eu bato-o aos pontos, eh, eh! Mas o que mais me irrita é que ando à procura desta cena da pasta de açúcar, técnicas, massas, bolos, recheios, corantes e quando chega a altura de fazer, ele acha que sabe sempre mais do que eu. Então, com toda a calma do mundo tento explicar aquilo que aprendi na teórica pelos variados sites por onde ando, e ele é que faz!!! Bolas, fico irritadissima, porque ainda por cima ele argumenta que devemos partilhar tarefas: eu faço o bolo, ele decora! ;(
 
posted by martowsky at 17:23 | Permalink | 1 comments
Video Everyone Should See

Fantástico
 
posted by martowsky at 12:02 | Permalink | 0 comments
4.12.06
Fim de Semana I
Este fim-de-semana foi cheio de emoções. Umas boas, outras más.
Vamos começar pelo princípio. Ainda na quarta-feira à noite o P. ligou a dizer que tinha recebido um telefonema de um colega dos Açores, que estava no Pediátrico com a filhota. Tinham vindo apenas para uma consulta de rotina, uma vez que a menina tem problemas graves no fígado e que teria de fazer um transplante aos 18 meses. Ela tem apenas 10 e foi sujeita a uma intervenção cirúrgica aos 2 meses. Após a consulta e inúmeros exames de rotina é comunicado aos pais que a C. não pode sair mais do hospital, que está em perigo de vida e que foi uma sorte terem conseguido chegar até ali. Desenvolveu-se uma variz que pode rebentar a qualquer momento, provocando uma hemorragia interna, coma, e quase impossível de recuperar. A decisão imediata foi a realização do transplante já. No entanto, o cirurgião não recomenda o transplante de órgão de uma pessoa viva, pois a mãe seria compatível. Por isso mesmo estão a aguardar por um fígado de um cadáver que seja compatível e que esteja em boas condições, o que parece que não é assim tão fácil. Hoje será dado um S.O.S. se não me engano a nível europeu. Ela já está desde quinta-feira em primeiro lugar da lista para transplante de fígado com o tipo de sangue dela.
Na sexta fomos visitá-los. Os pais são bastante novos, têm 24 anos e estão a sofrer imenso. No entanto não desistem e a C. é de uma alegria imensa. Não se queixa de nada, sempre a brincar, sempre muito bem disposta, muito amarelinha, nunca tinha visto o amarelo nos olhos, à primeira vista a C. parece de raça indiana de tão morena que é, ou melhor, que está. É da doença. É uma bonequinha muito engraçada que me cativou logo à primeira vista, e uma tagarela que só visto. Na sexta ainda levámos o pai à agência de viagens onde chegou a marcar o regresso aos Açores para domingo de manha. O P e um colega iriam ao aeroporto levá-lo. No sábado o P. foi buscá-lo de manhã para passear um pouco, foram à firma do P. à Praia, e eu fiz o almoço: uma especialidade lá de casa, alheiras transmontanas caseiras e arroz de feijão. Ele não conhecia as alheiras e gostou bastante. Quando chegamos ao pediátrico a mãe começou a chorar. A médica tinha lá estado e falou numa possível cirurgia para secar a variz, mas o médico está em Bruxelas e provavelmente também não aconselharia. Poderia acontecer o que eles estão a tentar evitar que aconteça: que a variz rebente. A C. continuava bem disposta e muito risonha. Deixamo-los na sua dor. O pai diz que a médica anda a tentar prepará-los para o pior. A tentar tirar a esperança… o que é impossível. Basta olhar para a C. Levámos um brinquedo, e bolos para a mãe. Ela desde que chegaram só saiu uma vez do hospital. No sábado à noite o pai ligou a dizer que não conseguia ir para os Açores. Não as conseguia deixar sozinhas. Voltamos no domingo. Já estão mais calmos, pelo menos já não enfrentam a dor da separação, de ele ter que ir aos Açores e ela ficar sozinha. E já estão preparados para ficar cá no mínimo até à passagem de ano se tudo correr pelo melhor.
Uma coisa tenho a certeza. Quero ser dadora. Já sou dadora de sangue, mas por amor de Deus, se os meus órgãos puderem salvar a vida de alguém, que ninguém hesite. E ainda mais de uma criança de olhos lindos!
 
posted by martowsky at 12:59 | Permalink | 0 comments